Validada pelos registros MS-05958/2026 e BR-00455/2026, a amostragem foi conduzida pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência entre os dias 17 e 21 de julho do corrente ano. Foram ouvidos 1.000 cidadãos aptos a votar, a partir de 16 anos de idade, abrangendo os 7 distritos urbanos da capital sul-mato-grossense, além das localidades de Anhanduí, Rochedinho e a área rural. O estudo apresenta um nível de fidedignidade de 95%, com variação máxima estimada em 3,10 pontos percentuais, revelando o panorama do funcionalismo e infraestrutura municipal.
Principais problemas
O Instituto Ranking Brasil Inteligência ainda questionou os entrevistados sobre quais são os maiores problemas do município de Campo Grande e 35% apontaram que é a falta de melhoria da saúde e dos exames médicos, enquanto 30% falaram que é a falta de médicos e de remédios e 25,4% disseram que é a corrupção e a central de regulação médica.
Logo em seguida aparecem os buracos nas ruas, com 23%, a falta de gestão municipal, com 21%, a continuidade da atual prefeita no cargo, com 20,6%, os desvios e roubos de dinheiro, com 15,8%, as favelas e a falta de moradias populares, com 13,4%, a precariedade do transporte coletivo urbano, com 10,2%, e os altos impostos (IPTU, ICMS, etc), com 9,6%.
Também foram citados a falta de ajuda do governo federal, com 8%, a falta de parcerias com o governo estadual, com 7,4%, o trânsito de carretas no centro da cidade, com 6,2%, a falta de fiscalização no trânsito, com 5,4%, os drogados, violência e mortes, com 4,6%, a falta de iluminação pública, com 4,2%, e a falta de sinalização nas ruas, com 3,8%.
Além disso, os entrevistados ainda falaram que é a falta de assistência social, com 3,4%, a constante queda de energia elétrica, com 3,2%, a sujeira da cidade, com 3%, a falta de cuidado com as praças, com 2,8%, e a falta de policiamento nas ruas, com 2,6%, enquanto 2,2% citaram outros problemas e 4,2% não sabem ou não responderam.
Percepção dos Usuários
- Transporte Coletivo: A aprovação é baixa, com 87% dos participantes classificando o setor de forma negativa (ruim/péssimo). Apenas 5% avaliam positivamente (bom/ótimo), enquanto 4% julgam mediano (regular) e outros 4% se abstiveram ou não opinaram.
- Recuperação Asfáltica (Tapa-Buracos): A desaprovação atinge 80% dos consultados. O serviço é tido como intermediário por 12% e recebe elogios de apenas 5%. O índice dos que preferiram não responder ou desconhecem o tema ficou em 3%.
- Saúde Pública: A insatisfação impera em 60% das respostas, contrastando com 30% de avaliações favoráveis e 7% de opiniões neutras. Os indecisos ou que omitiram resposta somam 3%.
- Ensino Municipal (Educação): Mostra um cenário inverso, com 64% de menções positivas. O desempenho é visto como intermediário por 21% e reprovado por 12%. A fatia dos que não souberam ou preferiram silenciar foi de 3%.
- Coleta de Resíduos (Solurb): Lidera o índice de satisfação, sendo qualificada como excelente ou satisfatória por 95% do público. As taxas de neutralidade e rejeição empatam em 1% cada, restando 3% de entrevistados que não se manifestaram.
Critérios Metodológicos
A investigação utilizou um modelo quantitativo, operacionalizado por meio de questionários com perguntas predefinidas. A coleta de dados ocorreu presencialmente, dividida entre locais de grande circulação de pessoas e abordagens diretas nas residências.
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