Mato Grosso do Sul transformou-se no coração de um projeto corajoso e focado para o cenário nacional do Avante nas urnas de outubro. O partido entra em campo com energia renovada, impulsionado por um planejamento estratégico vigoroso que colocou o grupo em franca competitividade.
O reflexo desse empenho incansável já ecoa nos dados mais recentes do Instituto Ranking Brasil Inteligência: a meta é ousada, mas perfeitamente realística, projetando a conquista de 2 a 3 cadeiras na Assembleia Legislativa para a próxima legislatura. É a força do trabalho se traduzindo em representatividade.
Intenção de voto para Deputado Estadual
O engajamento dos pré-candidatos do Avante demonstra a vitalidade da chapa, liderada pelo deputado estadual Lídio Lopes, que desponta na frente com 1,20%. Logo em seguida, demonstrando o vigor do grupo, Dr. Ruy Costa pontua com 0,70%, acompanhado de perto por Oswaldo Meza com 0,50% e Rogério Rohr também com 0,50%. Somando forças à caminhada, Aurélio Bonatto registra 0,45%, empatado com Glaucia Iunes com 0,45%. A mobilização continua firme com Humberto Figueiró somando 0,10%, o vereador de Campo Grande, Leinha, com 0,10%, Evander Vendramini com 0,05% e Vanildo Neves com 0,05%. Cada décimo representa a determinação de um projeto coletivo.

A jornada democrática
Para converter o apoio popular em cadeiras no Parlamento, a caminhada segue as regras do sistema proporcional estabelecido pelo TSE. Uma verdadeira engrenagem de cidadania dividida em três etapas cruciais:
- Quociente Eleitoral (QE): A grande linha de corte do pleito. É calculada dividindo-se o montante total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na Casa Leis, estipulando o piso que cada agremiação necessita alcançar para cravar o seu primeiro espaço.
- Quociente Partidário (QP): O termômetro do esforço coletivo. Divide-se a votação geral da sigla (a soma dos votos de legenda e nominais de todos os candidatos) pelo QE. O resultado inteiro dessa conta decreta a base inicial da bancada.
- Sobras e Barreiras: A batalha final pelas vagas remanescentes, distribuídas por médias matemáticas rigorosas. Para manter-se na disputa, o partido precisa atingir, coletivamente, 80% do QE, enquanto o candidato deve conquistar, por mérito próprio, no mínimo 10% do QE em votos nominais para garantir o direito de assumir o posto.
Bastidores técnicos
Esta amostragem estatística foi devidamente registrada e validada junto à Justiça Eleitoral sob os códigos de identificação MS-06247/2026 e BR-09350/2026, com a assinatura técnica da equipe da Ranking Brasil Inteligência.
O instituto realizou um mapeamento ouvindo 2.000 eleitores sul-mato-grossenses, a partir de 16 anos de idade, em um trabalho de campo intenso realizado entre 29 de junho e 3 de julho deste ano. A pesquisa percorreu com determinação 30 municípios do estado. O levantamento conta com um nível de confiança sólido de 95% e uma margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Metodologia
A coleta de dados utilizou uma abordagem quantitativa precisa, unindo entrevistas presenciais (olho no olho) à agilidade do sistema CAT (coleta de dados telefônica gerenciada por computador). O questionário estruturado foi aplicado a uma amostragem que reflete com total fidelidade o mosaico socioeconômico de Mato Grosso do Sul.
Cabe destacar que qualquer levantamento eleitoral traduz o pulsar e a fotografia do exato momento em que as entrevistas foram concedidas. Trata-se de uma percepção momentânea que, com o calor das campanhas, debates e o avanço do corpo a corpo nas ruas, pode passar por grandes transformações até o dia da votação.
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