Avaliação da prefeita Adriane Lopes e os principais problemas de Campo Grande em julho de 2026

Registrada sob os números MS-05958/2026 e BR-00455/2026

Reprodução/IA

A mais recente pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência, registrada sob os números MS-05958/2026 e BR-00455/2026, traz números que acendem o sinal vermelho máximo para o Palácio da Cidade. O levantamento, que ouviu 1.000 eleitores entre os dias 17 e 21 de julho deste ano, revela um cenário de descontentamento generalizado com a gestão da prefeita Adriane Lopes (PP).

A pesquisa levantou dados nas sete regiões urbanas da capital, além dos distritos de Anhanduí, Rochedinho e a zona rural, contando com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,10 pontos percentuais.

Dados da gestão

Os dados de avaliação da prefeita são drásticos e mostram o tamanho do desafio que a chefe do Executivo municipal tem pela frente.

  • Aprovação em baixa: Apenas 3% dos entrevistados aprovam a administração de Adriane Lopes, contra impressionantes 94% de desaprovação. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.
  • O veredito da população: Quando questionados sobre a qualidade da gestão, 85% dos campo-grandenses a classificam como ruim ou péssima. Apenas 10% consideram o governo regular, enquanto míseros 2% o definem como bom ou ótimo. Os que não sabem ou não responderam somam 3%.

Os principais problemas

O Instituto Ranking Brasil Inteligência também colocou o dedo na ferida ao questionar a população sobre os gargalos crônicos do município. A saúde pública lidera a insatisfação popular isolada, mas a própria permanência da prefeita e denúncias de corrupção ganharam destaque alarmante.

Os mais urgêntes:

  1. Saúde e exames: A falta de melhoria na saúde e a demora nos exames médicos foram apontadas por 35% dos eleitores.
  2. Falta de médicos e remédios: Citada por 30% dos entrevistados.
  3. Corrupção e Regulação: A corrupção sistêmica e os problemas na Central de Regulação de Vagas médica sufocam 25,4% da população.

Infraestrutura, Gestão e Política:

A lista de reclamações segue extensa e expõe o desgaste da máquina pública:

  • Buracos nas ruas: 23%
  • Falta de gestão municipal: 21%
  • A permanência da atual prefeita no cargo: 20,6%
  • Desvios e roubos de dinheiro: 15,8%
  • Favelas e falta de moradias populares: 13,4%
  • Precariedade do transporte coletivo urbano: 10,2%
  • Altos impostos (IPTU, ICMS, etc.): 9,6%

Falta de apoio e gargalos urbanos:

Os entrevistados também dividiram as responsabilidades pela crise e apontaram outras falhas cotidianas:

  • Falta de ajuda do governo federal: 8%
  • Falta de parcerias com o governo estadual: 7,4%
  • Trânsito de carretas no centro da cidade: 6,2%
  • Falta de fiscalização no trânsito: 5,4%
  • Drogados, violência e mortes: 4,6%
  • Falta de iluminação pública: 4,2%
  • Falta de sinalização nas ruas: 3,8%

Serviços essenciais em declínio:

Na rabeira dos problemas, mas ainda incomodando milhares de moradores, aparecem:

  • Falta de assistência social: 3,4%
  • Constante queda de energia elétrica: 3,2%
  • Sujeira da cidade: 3%
  • Falta de cuidado com as praças: 2,8%
  • Falta de policiamento nas ruas: 2,6%
  • Outros problemas somaram 2,2%
  • Não souberam ou não responderam 4,2%.

Metodologia Científica

A pesquisa adotou uma metodologia quantitativa rigorosa, baseada na aplicação de questionários estruturados. As entrevistas foram realizadas por meio de abordagem pessoal em pontos de grande fluxo populacional e também por meio de visitas domiciliares, garantindo a precisão estatística do retrato político atual de Campo Grande.

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