Pesquisa Ranking: o perfil dos eleitores de Campo Grande

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Pesquisa realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, no período de 26 a 30 de janeiro deste ano, encomendada pelo site Diário MS News e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº MS-05781/2024, junto a 1.000 moradores das sete regiões urbanas e distritos de Campo Grande com 16 anos ou mais de idade, revelou o perfil do eleitorado do município para as eleições municipais deste ano.

Durante cinco dias, as equipes do Instituto Ranking Brasil Inteligência percorreram as sete regiões da Capital, ouvindo 100 pessoas no Centro, 140 pessoas no Segredo, 100 pessoas no Prosa, 150 pessoas no Bandeira, 240 pessoas no Anhanduizinho, 140 no Lagoa e 120 pessoas no Imbirussu, além de 10 pessoas nos distritos de Anhanduí, Rochedinho e Zona rural.

Pelo levantamento, a maioria do eleitorado de Campo Grande é feminina, com 54,2%, enquanto o eleitorado masculino somou 45,8%, ou seja, o próximo prefeito ou prefeita terá de fazer políticas públicas para esse público que tem crescido cada vez mais, sendo que a cidade já é uma das capitais do Brasil onde tem mais mulheres do que homens.

Além disso, a pesquisa ainda apontou que a maior parte do eleitorado campo-grandense tem de 35 a 40 anos de idade (21,4%), seguido de perto pelos eleitores de 25 a 34 anos (21,3%), de 45 a 55 anos (19,6%) e de 56 a 69 anos (18,5%), enquanto os mais jovens, de 16 a 24 anos (11,4%), e os mais idosos, de 70 anos ou mais (7,8%), ainda têm um percentual pequeno.

No entanto, se fizermos a soma do público de 56 anos a 69 anos com os de 70 anos ou mais o percentual cresce para 26,3 pontos percentuais, ou seja, muito expressivo, demonstrando que o número de pessoas com mais idade aumentou nos últimos 4 anos e, portanto, o futuro gestor ou gestora terá de pensar em políticas públicas voltadas para esse público, como rebaixamento de calçadas, banheiros adaptados, construções de apartamentos, ruas, avenidas e praças adaptadas.

Outro dado importante apontado no levantamento de dados, é que o número de analfabetos em Campo Grande é muito baixo, apenas 3,4% dos entrevistados, isso incluindo os que leem e escrevem, o que coloca a cidade como uma das capitais do Brasil com um dos menores índices do pais . Além disso, a maioria absoluta dos eleitores do município, isto é, 41,7% tem Ensino Médio, enquanto 31,4% tem Ensino Superior, um percentual também expressivo e que vem crescendo ano a ano, e 23,5% tem Ensino Fundamental.

O levantamento ainda mostrou que a maior parte do eleitorado campo-grandense ganha de dois a cinco salários mínimos (38%), seguido de perto por quem ganha de um a dois salários mínimos (20,3%) e por quem ganha de cinco a dez salários mínimos (17,5%). Quem ganha apenas um salário mínimo representa apenas 13,2% dos entrevistados, enquanto quem ganha mais de dez salários mínimos chega a 11% da população, ou seja, a renda dos campo-grandenses aumentou bastante nos últimos quatro anos.

No entanto, um dado apontado pela pesquisa do Instituto e que merece muita atenção dos postulantes à vaga de prefeito ou prefeita de Campo Grande é a religião dos eleitores. Pelo levantamento, apesar de os católicos ainda serem a maioria, com 50% dos entrevistados, a quantidade de evangélicos cresceu e já representa 35,2% da população da Capital.

Além disso, o percentual de pessoas que não têm religião aumentou e já soma 8,2% dos entrevistados, ou seja, somando o grupo dos sem-religião com os evangélicos é praticamente o mesmo número de católicos em Campo Grande. Na prática, isso representa que os moradores estão mudando hábitos e também a forma de votar por causa da religião, demonstrando que o voto da direita tem crescido muito por causa dos evangélicos e dos sem-religião.

Já as pessoas que disseram outras religiões somaram 5,60% e 1% dos entrevistados não sabem ou não responderam. A pesquisa tem um intervalo de confiança de 95% e a margem de erro máxima estimada foi de 3,1% para mais ou para menos.

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